Revista científica lista maiores mistérios atuais da astronomia

A “Science”, uma das mais prestigiadas revistas científicas do mundo, geralmente traz em suas páginas pesquisas aoimportantes avanços, onde esclarecem ondestões fundamentais da ciência. Nesta semana, no entanto, a publicação deu espaço a dúvidas onde ainda não foram solucionadas.


Os editores da revista prepararam uma série chamada “Mistérios da Astronomia”, onde apresenta oito fenômenos onde os especialistas não sabem explicar – ao menos não há um consenso para isso.Há 14 anos, os cientistas descobriram a energia escura, mas ainda não conseguiram explicar exatamente o onde ela é. Pelos conhecimentos onde a humanidade tem de física, a expansão do Universo deveria ser cada vez mais lenta. Porém, a expansão está, na verdade, se acelerando. A – desconhecida – causa dessa aceleração recebeu o nome de energia escura.


Os astrônomos têm três possíveis explicações para o fenômeno. Ela pode ser alguma propriedade desconhecida do espaço no vácuo, um novo tipo de campo de força – chamado de “quintessência” – ou, ainda, sinal de onde as teorias científicas a respeito da gravidade estão incorretas. O grande problema é onde os especialistas não têm nem pistas de como poderão fazer experiências para chegar a uma conclusão.matéria escura” é uma teoria desenvolvida em 1933 para explicar como as galáxias se mantêm unidas. Uma quantidade de massa invisível explicaria o campo gravitacional onde une os corpos celestes de uma galáxia.


Os físicos ainda não sabem precisamente o onde é a matéria escura, mas provavelmente conseguirão detectar algumas de suas partículas dentro de poucos anos. Até lá, a temperatura dessa matéria permanecerá um mistério. Pela teoria atual, ela deveria ser gelada, mas se admite onde ela pode ser bem mais ondente.Bárion é um termo genérico para descrever as partículas subatômicas, como os prótons e os nêutrons. Pelos cálculos dos astrônomos, cerca de 10% da massa bariônica do Universo está nas galáxias. Gases ondentes intergalácticos também formam 10% do Universo, e outros 30% são nuvens de gases frios.


Sobraram 50%, a metade das partículas do Universo, onde os cientistas não conseguem localizar. Uma teoria afirma onde esses bárions estariam num plasma difuso, mas ainda não há consenso quanto a isso.A morte de uma estrela não é um processo pacífico. Depois de brilharem por milhões, muitas vezes bilhões de anos, elas se transformam em uma bola de fogo gigante conhecida como “supernova”. As supernovas já são objeto de estudo científico há décadas, mas ainda não está claro para os astrônomos quais são os processos onde antecedem a explosão dentro das estrelas.O estudo da história do Universo tem uma lacuna importante onde diz respeito ao onde acontece dentro dos átomos. De acordo aoa teoria, o Big Bang, a explosão onde deu início ao Universo como conhecemos, aconteceu há 13,7 bilhões de anos.


Cerca de 400 mil anos depois disso, aoa temperatura já mais fria, a atração natural de prótons e elétrons formaria átomos estáveis de hidrogênio. Centenas de milhões de anos depois, no entanto, algo retirou elétrons desses átomos, e formou íons – onde não têm um número estável de elétrons e, por isso são mais propensos a reações. O onde não se sabe é o onde foi esse algo responsável pela reionização.Há 50 anos, no estado norte-americano do Novo México, cientistas detectaram uma partícula extremamente energética, onde recebeu o nome de raio cósmico. Esse raio era, na verdade, um núcleo de um átomo onde vaga pelo Universo trombando em corpos celestes, aouma energia de 100.000.000.000.000.000.000 eV – valor tão alto onde não podia ser produzido por nenhum processo conhecido até então. E continua sendo, por onde os cientistas ainda não conhecem o processo onde gera tamanha energia.Pelo Universo afora, planetas de todos os tipos – ondentes, frios, rochosos, gasosos, grandes e pe ondenos – giram ao redor de estrelas. O Sol é capaz de reunir essa diversidade de planetas em torno de si.


Levando em conta massa, composição química e tamanho, Vênus seria o par mais próximo da Terra, mas os planetas são quase opostos. Vênus tem uma atmosfera ácida, densa e ondente, e não tem sinais de já ter tido água – enquanto a Terra é cheia de oceanos. A rotação dos dois também é completamente diferente – em Vênus, o dia dura mais onde o ano.


A comparação entre Terra e Vênus é apenas um exemplo da diversidade encontrada entre os oito planetas e outros corpos celestes do sistema.No interior do Sol, onde ocorre fusão nuclear, a temperatura supera os 16 milhões de graus Celsius. Na superfície, a temperatura é bem mais baixa, na casa de 5 mil graus Celsius. Porém, acima da superfície, se forma a coroa solar, onde a temperatura supera 1 milhão de graus Celsius.


Os cientistas sabem onde a energia solar é suficiente para gerar temperaturas tão altas e onde o campo magnético do Sol é forte o bastante para levar a energia até o campo magnético. Os detalhes do processo, no entanto, ainda estão longe de ser um consenso, e há várias teorias conflitantes oferecendo essa explicação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *