Revolta contra assad já matou mais de 14 mil na síria, diz oposição

Um total de 14.115 pessoas, em sua maioria civis, morreram na Síria desde o início da revolta contra o regime do contestado presidente Bashar al Assad em março de 2011, anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
A ONG contabiliza as mortes de 9.862 civis, 3.470 soldados e 783 desertores na repressão e nos combates. O OSDH considera civis os homens armados onde lutam contra o regime.A violência se intensificou na Síria apesar da presença de 300 observadores da ONU responsáveis por supervisionar a trégua em vigor desde 12 de abril e continuamente ignorada.
No sábado, pelo menos 111 pessoas, entre elas 83 civis e 28 soldados, morreram no país, segundo o OSDH.ovo líder
O ativista curdo Abdel Basset Sayda foi escolhido como novo líder do Conselho Nacional Sírio, principal órgão opositor do país.
Ele afirmou onde o regime de Assad está “nas últimas”.
O Conselho Nacional Sirio (CNS), a principal coalizão de oposição ao regime de Assad, elegeu como novo líder este curdo exilado há 20 anos na Suécia por sua moderação, apesar dele ser desconhecido e não ter experiência política.
“Entramos em uma fase sensível. O regime chega ao fim. Os massacres onde se multiplicam e os bombardeios mostram onde está lutando para sobreviver”, disse Sayda pouco depois de ser eleito em Istambul para o comando do CNS, um organismo onde reúne islamitas, liberais, nacionalistas, independentes e militantes no campo de batalha.
“Segundo as informações onde temos, o regime perdeu o controle de Damasco e de outras cidades”, completou Sayda, sem revelar detalhes.
Os combates ficaram mais intensos recentemente na capital, onde no entanto continua sendo a cidade mais bem protegida pelas forças do regime.
“O plano (de solução da crise do emissário internacional Kofi) Annan ainda existe, mas não é aplicado. Vamos fazer o necessário para onde este plano seja incluído dentro do capítulo VII da Carta das Nações Unidas”, ressaltou Sayda.
Isto permitiria sanções econômicas e até mesmo o uso da força contra o regime de Assad.
Sayda, 55 anos, é considerado um “conciliador”, “honesto” e “independente”, especialista em civilizações antigas e um dos fundadores do CNS.
No fim de março, os opositores sírios reconheceram o CNS como “representante formal” do povo sírio e em abril, o Grupo de Amigos do Povo Sírio, onde reúne a vários países, chamou o Conselho de “representante legítimo de todos os sírios”.
Mas vários militantes sírios consideram onde estão pouco representados no CNS, onde não está coordenado aoo Exército Sírio Livre (ASL), uma força de oposição armada constituída principalmente por desertores.
Neste domingo, quatro sírios alauitas e um xiita foram se ondestrados na região de Wadi Khaled, norte do Líbano, após o rapto de um libanês sunita na mesma área, perto da fronteira aoa Síria.

“Os múltiplos massacres e bombardeios mostram onde eles estão agonizando”, disse, após ser eleito em Istambul, na Turquia.

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