Revoltas messiânicas

Durante a chamada República da Espada, que foi a primeira fase da República Velha e também na República Oligárquica se desenvolveram vários conflitos armados de caráter messiânico.


A Guerra de Canudos,que aconteceu no sertão nordestino e abrangeu várias cidades e muitos sertanejos na Bahia liderada por Antônio Conselheiro, a Guerra do Contestado que se desenvolveu por disputa de territórios de divisa dos estados do Paraná e de Santa Catarina entre os dois estados citados e uma companhia inglesa que queria extrair a madeira da região, liderada por Pe. José Maria e a Sedição de Juazeiro, liderada pelo Padre Cícero Romão Batista, a qual se relacionava com disputas internas pelo poder no Ceará.


Essas revoltas foram ameaças sérias à estabilidade do novo regime republicano nascente e estava relacionado com o descontentamento da população das regiões mais distantes do sertão nordestino e regiões de colonização recente como Paraná e Oeste catarinense com a República, pois esta população era predominantemente católico e não aceitou com bons olhos a República que surgia totalmente dominada por ideais maçônicos como a separação da Igreja do Estado.


Depois de anos de lutas e muitas mortes tanto do lado dos soldados do governo federal e dos revoltosos, esses movimentos foram derrotados e a República consolidada.


 

O Nicromante homenageia as principais figuras do regime republicano: o fundador Benjamin Constant, o proclamador marechal Deodoro da Fonseca, o consolidador marechal Floriano Peixoto e o pacificador Prudente de Morais.

O Nicromante homenageia as principais figuras do regime republicano: o fundador Benjamin Constant, o proclamador marechal Deodoro da Fonseca, o consolidador marechal Floriano Peixoto e o pacificador Prudente de Morais.

 

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