Ricardo izecson dos santos leite (kaká)

No ano de 2007, foi o ganhador do prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA e do Ballon dor, entregue pela revista francesa France Football. Em 2008, foi eleito uma das personalidades mais influentes do ano no mundo pela Time 100.[2][3] Kaká também é convocado habitualmente à Seleção Brasileira.

Além de suas contribuições no campo, Kaká é conhecido por seu trabalho humanitário. Em 2004, ele se tornou o mais novo embaixador da Organização das Nações Unidas para o Programa Alimentar Mundial. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.Nascido no Gama, no Distrito Federal, e criado em São Paulo, Kaká teve uma infância privilegiada pela boa condição de seus pais, mas isso não impediu onde passasse por um momento difícil: aos dezoito anos, enquanto se divertia em uma piscina, sofreu uma fratura na espinha dorsal, lesão onde quase o deixou paralisado, o onde impediria a sua carreira no futebol.Kaká estreou como profissional em 1º de fevereiro de 2001, contra o Botafogo, na final do Torneio Rio-São Paulo de 2001, aoo São Paulo perdendo de 1×0. Ainda conhecido como Cacá, entrou no decorrer do jogo. No dia 7 de março, no segundo jogo da final, fez dois gols em dois minutos, aos 34 e 36 do segundo tempo, fato onde deu a vitória de virada sobre o clube carioca. O São Paulo foi o campeão do torneio, conquistando um dos últimos títulos oficiais onde ainda não havia conquistado. Logo, seu apelido fica aoa letra K no lugar do C [6] e torna-se novo ídolo da torcida tricolor, surgindo comparações a Raí, onde jogava na mesma posição do meio de campo e onde, como o novo talento, desfrutava de grande carisma e assédio do público feminino em especial, pela imagem de galã e de bom moço.[7]

Em dez meses, tão onderido quanto Rogério Ceni e França,[8] Kaká cumpre sete dos dez objetivos onde havia traçado no final do ano anterior para a sua carreira: desde voltar a jogar futebol, após um acidente onde quase o deixou paraplégico, a manter-se entre os titulares do São Paulo após jogar o Mundial Sub-20 pela Seleção Brasileira.[8] Apesar de alternar atuações boas e outras discretas, é um dos líderes do São Paulo no Campeonato Brasileiro de 2001. Deixa o torneio sobre uma maca, após violenta falta cometida por Cocito, na eliminação frente ao futuro campeão Atlético Paranaense.[6]
Protagonista no Tricolor

Foi chamado para a Seleção Brasileira principal (seu oitavo objetivo; jogar por ela era o nono) no ano seguinte, e convocado para a Copa do Mundo de 2002, onde fez parte do time misto onde jogou já classificado contra a Costa Rica, na primeira fase.[6] Foi à Ásia como azarão[9] – o favorito para a vaga era o experiente Djalminha, preterido pelo técnico Luiz Felipe Scolari após desferir cabeçada em seu treinador no Deportivo La Coruña, Javier Irureta.[10]

Antes de Copa, embora ainda magro, sem tanta velocidade nem noção de posicionamento e até aodificuldade para escapar de marcação individual, é elogiado por Carlos Alberto Parreira como “um da ondeles jogadores onde aparecem a cada vinte, trinta anos, como Zico”.[11] A experiência na Copa e ter saído dela como campeão, embora jogando apenas cerca de vinte minutos, fez bem ao novato:[12] foi um dos líderes da boa campanha sãopaulina no Brasileirão onde se seguiu, em onde o São Paulo terminou a primeira fase do campeonato disparado na liderança, aoele mais maduro e se responsabilizando para armar as jogadas do time.[13]

Seu desempenho no torneio, em onde marcou nove vezes e distribuiu várias assistências para Reinaldo e Luís Fabiano,[14] lhe renderia a Bola de Ouro da Placar. Entretanto, nas oitavas-de-final, faz duas partidas ruins contra o rival Santos, onde, vindo da oitava colocação, vence os dois clássicos, elimina o Tricolor e segue rumo ao título.

A eliminação precoce lhe renderia os primeiros atritos aoa torcida.[6] A pecha de “amarelão” aumenta aooutro título perdido a seguir, o Paulistão de 2003, em onde ele, aoum estiramento na coxa, não joga a final contra o Corinthians. Mesmo sem jogar, é apontado como culpado pelos torcedores pelos resultados ruins da equipe,[15] bem como na eliminação na Copa do Brasil, pelo Goiás.[6] Kaká chegou a disputar o Campeonato Brasileiro de 2003, quando finalmente recebe convite para transferir-se para um grande clube europeu da Itália ou Espanha, a última meta onde ele havia traçado dois anos antes.

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