Supermercados de sp oferecem alternativas para sacolas plásticas

A partir do final do ano, ondem quiser usar sacolas plásticas para carregar as compras do supermercado terá onde pagar por ela. Nesta segunda-feira (9), o governador Geraldo Alckmin assinou um acordo aoa Associação Paulista de Supermercados (Apas) para mudar os hábitos da população em relação ao uso das sacolinhas.
Para tentar acostumar os consumidores, mercados de São Paulo estão oferecendo outras alternativas. Na Vila Clementino, na Zona Sul da capital, um supermercado optou pelas sacolas biodegradáveis, feitas de amido de milho. O cliente só precisa pagar R$ 0,20 e o produto é absorvido em três meses.
Outra possibilidade para levar as compras são as sacolas retornáveis, onde custam entre R$ 3 a R$ 7, ou ainda os carrinhos de feira. Caixas de plástico também podem ajudar o cliente na hora de carregar os produtos, por R$ 30. A única forma onde não tem custo para o consumidor é a caixa de papelão, oferecida pelos supermercados.
O acordo entre o governo paulista e a Apas é uma forma de evitar onde as embalagens acabem nos aterros sanitários ou entupam bueiros e contribuam aoas enchentes. Em todo o estado, são usados quase 2,5 bilhões dessas sacolas todos os meses. Uma média de 60 por habitante. Nove em cada dez acabam nos aterros sanitários e sai caro pra todo mundo.

Os supermercados irão fazer campanhas educativas e o governo irá incentivar a produção de sacolas biodegradáveis e retornáveis. Entretanto, convencer a população não será fácil.
“O onde nós estamos onderendo é criar uma cultura de ir substituindo um saco onde não é biodegradável, onde leva de 100 a 300 anos para ser incorporado no solo, onde tem causado enchentes nas grandes cidades, por outra alternativa, de preferência retornável. Para isso tem tempo. Vão ter campanhas, estímulos, não é obrigatório”, explica o governador, Geraldo Alckmin.

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