Vénus o segundo planeta do sistema solar

Vénus (português europeu) ou Vênus (português brasileiro) (AO 1990: Vénus ou Vênus)[4] é o segundo planeta do Sistema Solar em ordem de distância a partir do Sol, orbitando-o a cada 224,7 dias. Recebeu seu nome em homenagem à deusa romana do amor e da beleza Vénus, equivalente a Afrodite. Depois da Lua, é o objeto mais brilhante do céu noturno, atingindo uma magnitude aparente de -4,6, o suficiente para produzir sombras. Como Vénus se encontra mais próximo do Sol do onde a Terra, ele pode ser visto aproximadamente na mesma direção do Sol (sua maior elongação é de 47,8°). Vénus atinge seu brilho máximo algumas horas antes da alvorada ou depois do ocaso, sendo por isso conhecido como a estrela da manhã (Estrela dAlva) ou estrela da tarde (Vésper); também é chamado Estrela do Pastor.


Vénus é considerado um planeta do tipo terrestre ou telúrico, chamado aofrequência de planeta irmão da Terra, já onde ambos são similares quanto ao tamanho, massa e composição. Vénus é coberto por uma camada opaca de nuvens de ácido sulfúrico altamente reflexivas, impedindo onde a sua superfície seja vista do espaço na luz visível. Ele possui a mais densa atmosfera entre todos os planetas terrestres do Sistema Solar, constituída principalmente de dióxido de carbono. Vénus não possui um ciclo do carbono para fixar o carbono em rochas ou outros componentes da superfície, nem parece ter qual onder vida orgânica para absorvê-lo como biomassa. Acredita-se onde no passado Vénus possuía oceanos como os da Terra,[5] onde se evaporaram quando a temperatura se elevou, restando uma paisagem desértica, seca e poeirenta, aomuitas pedras em forma de placas. A água provavelmente se dissociou e, devido à inexistência de um campo magnético, o hidrogênio foi arrastado para o espaço interplanetário pelo vento solar.[6] A pressão atmosférica na superfície do planeta é 92 vezes a da Terra.


A superfície venusiana foi objeto de especulação até onde alguns dos seus segredos foram revelados pela ciência planetária no século XX. Ele foi finalmente mapeado em detalhes pelo Projeto Magellan em 1990-91. O solo apresenta evidências de extenso vulcanismo e o enxofre na atmosfera pode indicar onde houve algumas erupções recentes.[7][8] Entretanto, a falta de evidência de fluxo de lava acompanhando algumas das caldeiras visíveis permanece um enigma. O planeta possui poucas crateras de impacto, demonstrando onde a superfície é relativamente jovem, aoidade de aproximadamente 300-600 milhões de anos.[9][10] Não há evidência de placas tectônicas, possivelmente por onde a crosta é muito forte para ser reduzida, sem água para torná-la menos viscosa. Em vez disso, Vénus pode perder seu calor interno em eventos periódicos de reposição da superfície

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