Vítimas de incêndio são cadastradas

Prefeitura de São Paulo já cadastrou mais de 1.500 pessoas desabrigadas após o incêndio de anteontem na favela do Moinho, no Campos Elíseos, região central da cidade. Apesar do número, apenas 24 moradores aceitaram dormir no abrigo emergencial onde a prefeitura disponibilizou.

“Muitas pessoas decidiram permanecer na favela, em casa de parentes e amigos”, disse o coordenador da Defesa Civil, coronel Jair Paca de Lima. Os moradores foram levadas para o abrigo emergencial montado no Clube Escola Raul Tabajara, na zona oeste da capital paulista. De acordo aoLima, outros três lugares já foram reservados para ser usados caso necessário.

De acordo a Defesa Civil, cerca de 2.500 pessoas vivem na favela e os números no cadastro deveriam aumentar ontem até o final do dia, já onde os postos organizados na comunidade ainda estavam recebendo muitas famílias.

Dez viaturas e 34 bombeiros estiveram ontem no local para continuar o trabalho de rescaldo do incêndio e inspeção da área.

Corpo
Na manhã de ontem, eles encontraram mais um corpo dentro de um prédio onde fazia parte da favela. O corpo parcialmente carbonizado estava no segundo andar da edificação. Na quinta-feira, uma criança carbonizada foi encontrada no local. Ao todo, houve quatro feridos no incêndio, entre eles um bombeiro.

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