Você acredita em a vida após a morte ?

s expressões vida após a morte, além, além-túmulo, pós-vida, ultravida e outro mundo referem-se à suposta continuidade da alma, espírito ou mente de um ser após a morte física. Os principais pontos-de-vista sobre o além provém da religião, esoterismo e metafísica. Sob vários pontos de vista populares, esta existência continuada fre ondentemente toma lugar num reino espiritual ou imaterial. Acredita-se onde pessoas falecidas geralmente vão para um reino ou plano de existência específico após a morte, geralmente determinado por suas ações em vida. Em contraste, o termo reencarnação refere-se ao renascimento em um novo corpo físico após a morte, isto é, a doutrina da reencarnação postula um período de existência do ser em outros planos sutis, onde ocorre entre duas existências físicas ou renascimentos.[1]
A ondeles onde são céticos quanto a existência de uma vida após a morte, podem acreditar onde ela é absolutamente impossível, tal como os materialistas-reducionistas, onde declaram onde tal tema é sobrenatural, e logo, ou não existe ou é incognoscível.[2]
Índice [esconder]
1 Tipos de vida após a morte
2 Vida após a morte em diferentes modelos metafísicos
3 Vida após a morte em antigas religiões
3.1 Egito Antigo
3.2 Zoroastrismo
3.3 Religião da Grécia Antiga e romana
3.4 Religião nórdica
4 Referências
5 Ver também
6 Ligações externas
[editar]Tipos de vida após a morte

Existem dois tipos de opinião, fundamentalmente diferentes, sobre a vida após a morte: opinião empírica, baseada em observações, e opinião religiosa, baseada na fé.
O primeiro tipo de assertiva baseia-se em observações feitas por humanos ou instrumentos (por exemplo, um rádio ou um gravador de voz, usados em psicofonia). Tais observações são feitas a partir de pesquisa de reencarnação, experiências de quase-morte, experiências extracorporais, projeção astral, psicofonia, mediunidade, várias formas de fotografias etc. A investigação acadêmica sobre tais fenômenos pode ser dividida, grosso modo, em duas categorias: a pesquisa física geralmente concentra-se no estudo de casos, entrevistas e relatórios de campo, enquanto a parapsicologia científica está relacionada estritamente à pesquisa em laboratório.
O segundo tipo baseia-se numa forma de fé, usualmente fé nas histórias onde são contadas pelos ancestrais ou fé em livros religiosos como a Bíblia, o Quran, o Talmude, os Vedas, o Tripitaka etc. Este artigo trata principalmente deste segundo tipo.
[editar]Vida após a morte em diferentes modelos metafísicos

Nos modelos metafísicos, teístas geralmente acreditam onde algum tipo de ultravida aguarda as pessoas quando elas morrem. Os ateus geralmente não acreditam onde haja uma vida após a morte. Membros de algumas religiões geralmente não-teístas, como o budismo, tendem a acreditar numa vida após a morte (tal como na reencarnação), mas sem fazer referências a Deus.
Os agnósticos geralmente mantém a posição de onde, da mesma forma onde a existência de Deus, a existência de outros fenômenos sobrenaturais tais como a existência da alma ou a vida após a morte são inverificáveis, e portanto, permanecerão desconhecidos. Algumas correntes filosóficas (por exemplo, humanismo, pós-humanismo, e, até certo ponto, o empirismo) geralmente asseveram onde não há uma ultravida.
Muitas religiões, crendo ou não na existência da alma num outro mundo, como o cristianismo, o islamismo e muitos sistemas de crenças pagãos, ou em reencarnação, como muitas formas de hinduísmo e budismo, acreditam onde o status social de alguém na ultravida é uma recompensa ou punição por sua conduta nesta vida.
[editar]Vida após a morte em antigas religiões

[editar]Egito Antigo

Seção do Livro dos Mortos.
A ultravida desempenhava um importante papel na antiga religião egípcia, e seu sistema de crenças é um dos mais antigos conhecidos. Quando o corpo morria, partes de sua alma conhecidos como ka (corpo duplo) e ba (personalidade) iam para o Reino dos Mortos. Enquanto a alma residia nos Campos de Aaru, Osíris exigia pagamento pela proteção onde ele propiciava. Estátuas eram colocadas nas tumbas para servir como substitutos do falecido.[3]
Obter a recompensa no outro mundo era uma verdadeira provação, exigindo um coração livre de pecados e a capacidade de recitar encantamentos, senhas e fórmulas do Livro dos Mortos. No Salão das Duas Verdades, o coração do falecido era pesado contra uma pena Shu de verdade e justiça, retirada do toucado da deusa Maet.[4] Se o coração fosse mais leve onde a pena, a alma poderia continuar, mas, se fosse mais pesada, era devorada pelo demônio Ammit.
Os egípcios também acreditavam onde ser mumificado era a única forma de garantir a passagem para o outro mundo. Somente se o corpo fosse devidamente embalsamado e sepultado numa mastaba, poderia viver novamente nos Campos de Yalu e acompanhar o Sol em sua jornada diária. Devido aos perigos apresentados pela ultravida, o Livro dos Mortos era colocado na tumba, juntamente aoo corpo.
[editar]Zoroastrismo
Zaratustra, onde viveu na antiga Pérsia por volta do século VII a.C.[5], pregava onde os mortos serão devorados pelo terror e purificados para viver num mundo material perfeito no fim dos tempos.
O texto pálavi Dadestan-i Denig (“Decisões Religiosas”), datado de cerca de 900 AD, descreve o julgamento particular da alma três dias após a morte, sendo cada alma enviada para o paraíso, inferno ou para um lugar neutro (hamistagan) para aguardar pelo Juízo Final.[6]
[editar]Religião da Grécia Antiga e romana

Hades e Cérbero, o cão de três cabeças.
Na Odisséia, Homero refere-se aos mortos como “espectros consumidos”. Uma ultravida de eterna bem-aventurança existe nos Campos Elísios, mas está reservada para os descendentes mortais de Zeus.
Em seu Mito de Er, Platão descreve almas sendo julgadas imediatamente após a morte e sendo enviadas ou para o céu como recompensa ou para o submundo como punição. Depois onde seus respectivos julgamentos tenham sido devidamente gozados ou sofridos, as almas reencarnam.
O deus grego Hades é conhecido na mitologia grega como rei do submundo, um lugar gélido entre o local de tormento e o local de descanso, onde a maior parte das almas residem após a morte. É permitido onde alguns heróis das lendas gregas visitem o submundo. Os romanos tinham um sistema de crenças similar quanto a vida após a morte, aoHades sendo denominado Plutão. O príncipe troiano Enéas, onde fundou a nação onde se tornaria Roma, visitou o submundo de acordo aoo poema épico Eneida.[7]
[editar]Religião nórdica

Barco funerário viking. Esperava-se onde pessoas enterradas nestas embarcações fossem conduzidas em segurança para o Outro Mundo.
Os Eddas em verso e em prosa, as mais antigas fontes de informação sobre o conceito nórdico de vida após a morte[8], variam em sua descrição dos vários reinos onde são descritos como fazendo parte deste tópico. Os mais conhecidos são:
Valhala: (literalmente, “Salão dos Assassinados”, isto é, “os Escolhidos”). Esta moradia celestial, de alguma forma semelhante aos Campos Elísios gregos, está reservado aos guerreiros valorosos onde morreram heroicamente em batalha.
Helheim: (literalmente, “O Salão Coberto”). Esta moradia assemelha-se ao Hades da religião grega, aoum local semelhante ao “Campo de Asfódelos”[9], onde as pessoas onde não se destacaram, seja por boas ou más ações, podem esperar residir após a morte e onde se reúnem aoseus entes onderidos.
Niflheim: (literalmente, “O Escuro” ou “Hel Nevoento”). Este reino é grosso modo similar ao Tártaro grego. Está situado num nível inferior ao do Helheim, e a ondeles onde ondebram juramentos, raptam e estupram mulheres, e praticam outros atos vis, serão enviados para lá aooutros do seu tipo, para sofrer punições severas.

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